sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O verdadeiro Natal!

Era uma vez um homem que não acreditava em Deus. Ele dizia que a religião era uma muleta para as pessoas, que eram estúpidas demais para descobrir as coisas por si mesmos, ou tinham medo de viver por suas próprias forças. Sua esposa, no entanto, acreditava em Deus, e sempre foi pronta em dizer que nascera de novo.
Na véspera do natal, ela ía levar os filhos para um serviço natalino na comunidade da fazenda em que viviam. Ela perguntou-lhe como sempre se queria vir, mas ele recusou. "Que monte de besteiras!" disse ele. "Por que Deus se rebaixaria, e viria a Terra como um homem? Isso é ridículo!" Então, ela e as crianças saíram, e ele ficou em casa.
Enquanto eles estavam fora, o vento e a neve ficaram mais fortes, até que começou uma nevasca. Quando o homem olhou pela janela, tudo o que ele viu foi uma tempestade de neve ofuscante. Sentou-se para relaxar perto da lareira, pois sabia que sua esposa voltaria pra casa só mais tarde, e sabia que havia pneus de neve em sua SUV. Então, nada a fazer senão aproveitar a noite pacífica.
Em seguida, ele ouviu um baque alto. Alguma coisa tinha atingido a janela. Ele olhou para fora, mas não conseguia ver mais do que alguns metros. Quando a neve baixou um pouco, ele se aventurou para fora para ver o que poderia ter batido em sua janela.
No campo perto de sua casa, viu um bando de gansos selvagens. Aparentemente, eles foram voando para o sul durante o inverno, quando foram pegos na tempestade de neve e não puderam seguir em frente. Ficaram perdidos e presos na tempestade. Eles batiam as asas e voavam só ao redor do campo em círculos baixos, cegos e sem rumo. O homem ficou triste pela situação dos gansos e queria ajudá-los. O celeiro seria um ótimo lugar para eles ficarem, pensou. É quente e seguro, certamente eles poderiam passar a noite e esperar a tempestade passar.
Então ele foi até o celeiro e abriu as portas totalmente, em seguida, observou e esperou, que eles notassem o celeiro aberto e entrassem para dentro. Mas os gansos apenas flutuavam sem rumo e não pareciam notar o celeiro. O homem tentou obter a atenção deles, mas isso só pareceu assustá-los e eles voaram mais longe.
Ele entrou na casa e veio com um pouco de pão, partiu-o, e fez um rastro até o celeiro. Eles nada fizeram. Ele estava ficando frustrado. Ele foi por trás e tentou espantá-los em direção ao celeiro, mas eles ficaram com mais medo e espalharam-se em todas as direções, exceto para o celeiro. Nada do que ele fez levou-os a ir para o celeiro, onde eles ficariam quentes e seguros.
"Por que eles não me seguem?" ele exclamou. "Não é possível que eles não vêem que este é o único lugar onde eles podem sobreviver à tempestade?" Ele pensou por um momento e percebeu que eles não seguiriam um ser humano. "Se eu fosse um ganso, então eu poderia levá-los", disse ele em voz alta. Então teve uma idéia.
Ele entrou no celeiro, pegou um de seus próprios gansos, e levou-o em seus braços enquanto ele andava por trás do bando de gansos selvagens. E então, o liberou.
Seu ganso voou através deles em linha reta e entrou no celeiro, e um por um os gansos seguiram para a segurança. Ele ficou em silêncio por um momento pensando nas palavras que ele havia falado alguns minutos antes, repetindo em sua mente: "Se eu fosse um ganso, então eu poderia salvá-los!"
Então ele pensou sobre o que ele havia dito para sua esposa antes. "Por que Deus seria como nós? Isso é ridículo!" De repente tudo fez sentido. Isso é o que Deus tinha feito. Éramos como os gansos, cegos, perdidos, e perecendo. Deus tornou o seu Filho como nós para que Ele pudesse nos mostrar o caminho e nos salvar. De repente ele entendeu o Natal e por que Cristo tinha vindo. Anos de dúvida e descrença desapareceram como a tempestade. Ele caiu de joelhos na neve, e orou pela primeira vez: "Obrigado, Deus, por ter vindo em forma humana para me tirar da tempestade!"


"Só Jesus Salva! Ele se fez carne por você, nunca se esqueça disso!"

A Paz

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